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02/06/2023

Cigarrinha do milho: quais os danos e como controlar de fato

 

 


CAROLINA NOGUEIRA RIBEIRO

Publicado: 02/06/2023 às 15:26


 

A cigarrinha do milho (Dalbulus maidis) é um inseto prejudicial que afeta as plantações de milho, alimentando-se da seiva das folhas e transmitindo doenças, como o "espigamento precoce". Essa praga pode causar danos significativos ao desenvolvimento saudável das plantas de milho.

Danos causados pela cigarrinha do milho

A cigarrinha do milho é uma praga altamente destrutiva que causa danos significativos às plantas de milho, representando um desafio para os agricultores. Com seu apetite voraz, essa pequena inseto se alimenta da seiva das folhas do milho, resultando em uma série de consequências negativas para o desenvolvimento saudável da cultura. Os efeitos desses danos podem ser observados em diversas fases do ciclo de vida do milho, desde o crescimento inicial até a fase de produção de grãos. Portanto, é crucial entender a extensão desses danos para implementar estratégias eficazes de manejo e controle da cigarrinha do milho.

1. Enfraquecimento das plantas

A cigarrinha se alimenta da seiva das folhas do milho, enfraquecendo as plantas e reduzindo sua capacidade de realizar a fotossíntese adequadamente. Esses danos afetam o funcionamento normal das plantas e podem comprometer seu crescimento e desenvolvimento saudáveis. Alguns dos danos fisiológicos causados pela cigarrinha do milho incluem:

  • Sucção de seiva: A cigarrinha se alimenta da seiva das folhas do milho, inserindo seu estilete na planta para extrair nutrientes. Esse processo de sucção retira a seiva da planta, causando um desequilíbrio na distribuição de nutrientes e água. A perda contínua de seiva enfraquece as plantas, comprometendo seu metabolismo e reduzindo a capacidade de realizar a fotossíntese adequadamente.
  • Estresse hídrico: A sucção da seiva pelas cigarrinhas do milho resulta em um estresse hídrico adicional para as plantas. A remoção contínua de seiva leva à perda excessiva de água das plantas, causando um desequilíbrio na regulação hídrica. Esse estresse hídrico pode levar à murcha das folhas, redução na absorção de nutrientes e aumento da susceptibilidade a outros estresses ambientais, como a falta de água.
  • Deficiências nutricionais: A alimentação da cigarrinha do milho na seiva das plantas pode resultar em deficiências nutricionais. A remoção constante de nutrientes essenciais da planta compromete seu suprimento adequado, levando a sintomas de deficiência, como amarelamento das folhas, redução do crescimento e menor vigor geral das plantas.
  • Desregulação hormonal: A presença da cigarrinha do milho e a transmissão de doenças podem afetar a regulação hormonal das plantas. A praga introduz enzimas e microrganismos que podem alterar o equilíbrio hormonal das plantas de milho. Essa desregulação hormonal interfere no crescimento adequado, desenvolvimento de órgãos reprodutivos e na formação dos grãos.

A implementação de estratégias de manejo integrado de pragas e a adoção de medidas preventivas são fundamentais para reduzir os impactos negativos dessa praga nas plantações de milho.

2. Seu impacto na qualidade dos grãos

A cigarrinha do milho (Dalbulus maidis) pode ter um impacto significativo na qualidade dos grãos de milho devido à sua alimentação e à transmissão de doenças. Esses efeitos podem resultar em deformações e redução na qualidade dos grãos, afetando tanto o valor comercial quanto a utilização dos grãos para diversos fins. Alguns dos impactos na qualidade dos grãos incluem:

  • Deformações nas espigas: A cigarrinha do milho é um vetor de doenças, como o espigamento precoce, causado pela infecção de bactérias e fitoplasmas. Essas doenças podem levar ao desenvolvimento anormal das espigas, resultando em deformações visíveis, como espigas encurtadas, estreitadas ou malformadas. Essas deformações reduzem o valor comercial dos grãos de milho.
  • Redução do peso dos grãos: A alimentação contínua da cigarrinha do milho nas plantas de milho enfraquece as espigas e afeta o enchimento dos grãos. Isso resulta em grãos menores e mais leves, o que reduz o rendimento e a qualidade geral da colheita.
  • Qualidade nutricional comprometida: As plantas de milho afetadas pela cigarrinha podem ter sua composição nutricional alterada. A perda de nutrientes essenciais devido à alimentação da cigarrinha pode resultar em grãos com menor teor de nutrientes, como proteínas, vitaminas e minerais. Isso afeta a qualidade nutricional do milho e pode ter consequências negativas na cadeia alimentar e na nutrição animal e humana.
  • Suscetibilidade a infecções secundárias: A presença da cigarrinha do milho e a transmissão de doenças enfraquecem as plantas e as tornam mais suscetíveis a infecções secundárias, como fungos e outras bactérias. Essas infecções podem levar a problemas de armazenamento dos grãos e redução na qualidade pós-colheita.

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Como ela afeta o produtor de milho?

A cigarrinha do milho (Dalbulus maidis) pode causar sérios prejuízos às lavouras de milho do produtor de milho e afetar diretamente os produtores. Suas atividades de alimentação e transmissão de doenças podem ter impactos significativos na produtividade e rentabilidade da lavoura. Aqui estão algumas maneiras pelas quais a cigarrinha do milho afeta a lavoura dos produtores de milho:

  • Redução do rendimento: A cigarrinha se alimenta da seiva das folhas do milho, enfraquecendo as plantas e comprometendo seu crescimento saudável. Isso resulta em um rendimento reduzido da cultura, com menos espigas saudáveis e menor quantidade de grãos. Menos grãos significam menor produtividade, o que afeta diretamente os lucros do produtor.
  • Perda de qualidade dos grãos: A cigarrinha do milho também é responsável pela transmissão de doenças, como o enfezamento vermelho e o enfezamento pálido. Essas doenças podem causar deformações nas espigas, reduzindo a qualidade dos grãos. Grãos deformados, menores ou danificados têm menor valor comercial e podem ser rejeitados pelos compradores, resultando em prejuízos financeiros para o produtor de milho.
  • Aumento nos custos de produção: O manejo da cigarrinha do milho envolve a adoção de medidas de controle, como uso de inseticidas e aplicação de práticas culturais específicas. Essas medidas adicionais aumentam os custos de produção para o produtor de milho. Além disso, a necessidade de monitoramento frequente e o possível controle químico podem exigir mais tempo e recursos, impactando a eficiência operacional da lavoura.
  • Impacto ambiental: O uso de inseticidas para controlar a cigarrinha do milho pode ter um impacto negativo no meio ambiente. Alguns inseticidas podem ser tóxicos para organismos benéficos, como insetos polinizadores e inimigos naturais da cigarrinha. Isso pode resultar em desequilíbrios ecológicos e prejudicar a biodiversidade local. Portanto, o manejo integrado de pragas, que visa minimizar o uso de produtos químicos, é fundamental para reduzir o impacto ambiental.
  • Prejuízos a longo prazo: A cigarrinha do milho pode deixar danos duradouros na lavoura. Além dos prejuízos diretos, como redução do rendimento e qualidade dos grãos, a presença contínua da praga pode aumentar a incidência de outras doenças e pragas secundárias. Isso pode criar um ciclo vicioso de problemas fitossanitários que exigem um manejo contínuo e custoso.

Para minimizar os danos causados por essa praga, é fundamental adotar medidas de controle eficazes. O monitoramento regular das plantações de milho permite identificar a presença da cigarrinha e tomar medidas oportunas. O controle biológico, introduzindo inimigos naturais e predadores da cigarrinha, pode ajudar a reduzir sua população de forma sustentável.

O uso de armadilhas adesivas amarelas é uma estratégia eficaz para monitorar e capturar as cigarrinhas adultas. Em casos de infestações severas, o controle químico pode ser necessário, mas deve ser realizado com cautela, seguindo as instruções de uso e segurança. Além disso, a rotação de culturas é uma prática recomendada, intercalando o cultivo do milho com outras plantas, a fim de interromper o ciclo de vida da cigarrinha e reduzir sua incidência nas safras seguintes.

O manejo integrado de pragas, que combina diferentes métodos de controle, como práticas culturais, controle biológico e controle químico, é a abordagem mais eficaz para reduzir os danos causados pela cigarrinha do milho de maneira sustentável. Ao implementar essas medidas, os agricultores podem proteger suas plantações de milho e garantir uma produção de grãos saudáveis e de alta qualidade, minimizando o impacto negativo da cigarrinha do milho.

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